
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Espelho

sábado, 25 de outubro de 2008
O silêncio dos amantes

sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Escolho ter tempo.

Tenho pensado muito em escolhas ultimamente. Talvez porque estou em constante contato com elas. Escolher, intimamente, sempre foi muito difícil para mim. Chego a sérias conclusões de que escolhas não são fáceis, não são rápidas e não me agradam, nem um pouco. Entre o emprego e a independência, ou a faculdade e o sonho. O que um me tira, o outro me dá. E com os dois, estou cansada, muito cansada. Pareço arrastar-me todos os dias em direção a ambos. Sempre cansada, sempre cansada. Tão cansada. Sou vinte e vezes o que posso ser. Sou apenas uma, mas ao fim do dia, vou-me juntando, catando meus pedaços pela casa...arrastando meu corpo em direção ao chuveiro, à cama, ao sono. Sempre tive uma vontade maior do que minhas necessidades e, eventualmente, percebi de que as minhas possibilidades também. Meu espírito sempre foi grande, aventureiro. Sempre segui caminhos maiores do que os atalhos que surgem na vida. Eu gosto mesmo de preencher meus espaços vazios, meus longos minutos e eternos movimentos do ponteiro...Porém, de uns tempos para cá, me vejo cansada demais, querendo mais do que 24 horas, ou que tudo dure menos, um pouco menos para que eu também encontre um tempo para mim, para as minhas lágrimas contidas, para meus sonhos esquecidos, para meu sono necessário, para minhas viagens sempre deixadas para o próximo aniversário ou então, para olhar-me no espelho e perceber que já não sou a mesma, o tempo passa rápido e envelheço mais rápido ainda.
"Não tenho tempo para mais nada, ser feliz me consome muito", já dizia a sábia Clarice.
sábado, 4 de outubro de 2008
Eu e minha liberdade.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Estranho.

Você já parou para observar quantos rostos diferentes surgem em apenas um dia? Quantos sorrisos diferentes pelas ruas e aquele sabor diferente de gente que não se sabe de onde veio, se saiu do chão, ou se vem do céu. Cruza o sinal, dobra a esquina, passos rápidos, pressa de chegar... Você já olhou para uma foto sua e viu um estranho no fundo? Te fez perguntar, quantos estranhos tem uma foto sua? Quantos momentos da vida dos outros nós fizemos parte? Ou se fomos parte da vida de alguém quando os sonhos dessa pessoa se tornaram realidade? Ou se estivemos lá, quando os sonhos delas morreram? Nós continuamos a tentar nos aproximar? Como se fôssemos destinados a estar lá, ou o tiro nos pegou de surpresa? Pense: podemos ser uma grande parte da vida de alguém... e nem saber. Já olhou no fundo dos olhos dessas pessoas? Experimentou sorrir também, falar algo, puxar assunto, convidar para dançar? Utopicamente, acabo... Apenas acredito na humanização, coração, paixão.
sábado, 30 de agosto de 2008
Volta.

domingo, 24 de agosto de 2008
Despedida
